Cientista descobre Fórmula do sucesso

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Novas descobertas científicas demonstram que o sucesso e o talento não são dons naturais, eles podem ser alcançados com muito treino e dedicação. Descubra aqui a “matemática” do sucesso.

sucessoQuando vemos uma pessoa talentosa e bem-sucedida em uma determinada área, muitas vezes ficamos propensos a pensar algo como: “Puxa, que sujeito de sorte!”, ou então: “Esse nasceu com um dom especial.” Mas será o sucesso é mesmo resultado  da sorte ou de algum dom natural? Tudo indica que não.
De acordo com a reportagem da Super Interessante, novas pesquisas científicas têm demonstrado que o sucesso está muito mais relacionado com treino e fracasso do que com a sorte. Praticamente todos nós nascemos com as mesmas chances de ter sucesso na vida, porém, nem todos conseguem.
Quando pensamos em algumas pessoas que parecem ter habilidades sobrenaturais, como Mozart, Ronaldo Fenômeno, Michael Jordan ou Bill Gates, parece dificil acreditar que eles simplesmente não nasceram com um dom especial. Entretanto, uma análise mais profunda de suas vidas revela o contrário. Por exemplo, Mozart foi uma criança prodígio: começou a tocar piano aos 3 anos de idade. Aos 5 já compunha, aos 6 se apresentava de olhos vendados ao rei da Bavária e aos 12 anos terminou sua primeira ópera. Por tudo isso, ele vem sendo citado há séculos como prova absoluta de que talento é algo que alguns poucos escolhidos recebem desde o nascimento. Mas a verdade não é bem essa. Mozart não foi simplesmente agraciado com um dom especial. Seu pai era professor de música, e se dedicou a educar o filho desde cedo. Mozart passou praticamente toda infância na frente de um piano. Mesmo assim, suas primeiras composições não eram exatamente obras-primas — longe disso, estão cheias de repetições e de melodias que já existiam. Na verdade, os críticos de música consideram que a primeira obra realmente genial de Mozart foi um concerto que ele escreveu em 1777, quando já tinha 21 anos. Conclusão: embora tenha começado muito cedo, Mozart só demonstrou ser um gênio após 15 anos de treino!
A mesma coisa pode ser observada com talentos das mais variadas áreas. O maior jogador de futebol de todos os tempos, o “rei” Pelé, disse em um documentário que “depois do treino (quando todos os outros jogadores iam embora), ele ficava praticando cabeçadas e chutes a gol”. Outro craque de futebol, Ronaldo Fenômeno simplesmente tinha que ser arrancado à força dos campos de futebol quando era criança porque não queria fazer outra coisa senão jogar bola. Michael Jordan era sempre o primeiro a chegar e o último a sair dos treinos de basquete. E Bill Gates passou a maior parte da sua adolescência programando computadores enfurnado em uma sala da Universidade da Califórnia. Portanto, fica claro que essas pessoas bem-sucedidas que parecem esbanjar talento, na verdade se esforçaram muito antes de atingir o sucesso.
Isso está em completa harmonia com a nova maneira como os cientistas estão enxergando a influência da genética na formação de talentos. Aquilo que muitas vezes chamamos de “aptidão natural para liderança” ou “talento nato para os esportes” aparentemente não tem nada a ver com o nosso DNA. O professor de psicologia da Universidade da Flórida, Anders Ericson, que estuda há 20 anos por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas do que outras disse que “não existe nenhuma evidência de que exista uma causa genética para o talento ou o sucesso de alguém.”

                  a matemática do sucesso            

Em 1992 pesquisadores ingleses e alemães decidiram investigar o que diferenciava pessoas talentosas dos demais cidadãos comuns. Para isso estudaram pianistas profissionais e os compararam com pessoas que haviam tentado tocar piano mas desistido. Curiosamente, os cientistas não conseguiram achar ninguém com habilidades excepcionais dentre as 257 pessoas estudadas: todas eram dotadas da mesma maneira. A única diferença encontrada foi a seguinte: os fracassados passaram muito menos tempo estudando e treinando do que os bem-sucedidos. Conclusão: o que faltou não foi talento, foi dedicação.
Tudo bem, talvez você já soubesse disso: “a prática leva a perfeição”. Mas aqui está a novidade: os cientistas descobriram a MATEMÁTICA do sucesso. Ou seja, pela primeira vez eles conseguiram medir o tempo de estudo necessário para alguém se destacar em uma área: 10 mil horas. Depois de observar os grandes talentos das mais diversas áreas, o especialista em sucesso Anders Ericson chegou a esse número. Ele concluiu que todo mundo que foi alguém, desde o campeão de xadrez Kasparov ao Steve Jobs, ficou pelo menos 10 mil horas aperfeiçoando seu ofício. E ele não está falando em exercícios leves. O que faz alguém ficar realmente bom em algo é um treino duro, dolorido, praticamente no limite do que pode ser feito. Por exemplo, estima-se que Amadeus Mozart aos 6 anos já tinha estudado cerca de 3.500 horas de piano, ou seja, ele não era talentoso, era extremamente dedicado.

                  A REGRA DAS 10 MIL HORAS         


Se você quer ter muito sucesso em uma determinada área, passe 10 mil horas treinando! Foi isso que os maiores talentos de todas as áreas fizeram! Não depende de algum “dom natural”, depende da sua dedicação! Veja na tabela abaixo o que isso significa em anos.
Sucesso em 10 mil horas

Sucesso em 10 mil horas
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